Projeto do Mercado de Carbono não avança no Brasil
O projeto de lei que cria o mercado regulado de carbono no Brasil, aprovado pela Câmara dos Deputados em dezembro de 2023, está paralisado no Senado desde fevereiro deste ano, sem relator designado.
O projeto de lei que cria o mercado regulado de carbono no Brasil, aprovado pela Câmara dos Deputados em dezembro de 2023, está paralisado no Senado desde fevereiro deste ano, sem relator designado.
Recentemente, os créditos de carbono foram considerados “ineficazes” pelo principal órgão de vigilância climática corporativa, a Science Based Targets Initiative (SBTi).
Recentemente, a Forestry Australia está liderando uma iniciativa para expandir os créditos de carbono em florestas nativas australianas.
No dia 31 de julho, a Singapore Carbon Market Alliance (SCMA) foi lançada para conectar desenvolvedores de projetos de créditos de carbono com potenciais compradores.
Nos dias 24 a 27 de julho, a Secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen, visitou o Brasil para discutir a transição para uma economia global de baixo carbono.
Em julho, a secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, Lilian Rahal, participou da apresentação do Fundo Brasil – ONU para o Desenvolvimento Sustentável da Amazônia.
Recentemente, o RenovaBio, o único mercado regulado de carbono no Brasil, enfrenta desafios significativos após quatro anos de operação.
A partir de 1º de agosto, a Hong Kong Exchanges and Clearing Limited (HKEX) ocorreu a adição das Reduções de Emissões Verificadas (GS-VERs) da Gold Standard na sua plataforma de mercado de carbono Core Climate.
Recentemente, o mercado de carbono oferece oportunidades lucrativas para o Vietnã, que pode atrair investimentos em projetos de energia renovável e conservação florestal.
No dia 30 de julho, a Science Based Targets initiative (SBTi) anunciou um importante avanço em seus esforços para combater as mudanças climáticas, com a revisão de seu Corporate Net-Zero Standard.