Brasil oficializa regulação do comércio de carbono
A Lei 15.042/24, foi publicada no Diário Oficial da União em 12 de abril, e também estabelece o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE).
A Lei 15.042/24, foi publicada no Diário Oficial da União em 12 de abril, e também estabelece o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE).
Nos últimos 15 anos os títulos sustentáveis têm ganhado destaque no cenário financeiro global, e uma coisa que vem chamando atenção é a América Latina e o Caribe, que cada vez mais assumem um papel de crescente relevância nesse mercado
Após lançar uma carta convocando um mutirão global pelo clima o presidente da COP30, André Corrêa do Lago, destacou que a preservação e a restauração de florestas estão entre as prioridades da presidência brasileira.
Pesquisas indicam que empresas que adotam boas práticas ambientais, sociais e de governança tendem a ser mais fortes, lucrativas e valorizadas por profissionais, consumidores e investidores, entenda.
Iniciativa do setor privado reúne empresas comprometidas com a transição energética e a diminuição das emissões de carbono.
O governo brasileiro investiu em uma ferramenta inovadora voltada a investidores nacionais e internacionais interessados em financiar projetos com impacto ambiental e social positivo, com objetivo de captar e ampliar os negócios no âmbito sustentável.
O governo do Reino Unido lançou uma consulta sobre um conjunto de seis “princípios de integridade” para os mercados de créditos de carbono e de natureza. Nesse contexto, esses princípios visam o aumento a confiança, a transparência e incentivo do investimento privado em ações climáticas.
Iniciativas inovadoras de certificação de créditos de carbono e biodiversidade no Pantanal sul-mato-grossense foram apresentadas ao Governo do Estado, em 23 de março de 2025.
O evento States of the Future teve início na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro. Em parceria com os Ministérios da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), das Relações Exteriores (MRE) e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC),foi organizado o evento e ele seguiu paralelamente ao G20.
O Brasil está entre os cinco países do G20 com maior proporção de áreas protegidas, tanto em ecossistemas terrestres quanto marinhos. A informação se tornou destaque pois contribui para Agenda 2030 da ONU