Agronegócio levará biocombustíveis e carbono à COP30
O agronegócio brasileiro pretende destacar temas como biocombustíveis, recuperação de áreas degradadas e créditos de carbono durante a COP30.
O agronegócio brasileiro pretende destacar temas como biocombustíveis, recuperação de áreas degradadas e créditos de carbono durante a COP30.
Os mercados de créditos de carbono se consolidaram nas últimas três décadas como uma das principais formas de financiar projetos de combate as mudanças climáticas.
As chamadas carbon stocks, ações de empresas ligadas ao mercado de carbono e à transição energética, continuam atraindo investidores interessados no crescimento da economia verde.
Os mercados de carbono estão se tornando uma das principais ferramentas de cooperação internacional no combate as mudanças climáticas.
Os créditos de carbono têm se tornado uma ferramenta importante para empresas que buscam alcançar metas de emissões líquidas zero.
A Embrapa Agroenergia está ampliando pesquisas voltadas para combustíveis renováveis e soluções de baixo carbono, reforçando o papel do Brasil na transição energética global.
A União Europeia, o Brasil e a China lançaram uma nova coligação internacional voltada ao fortalecimento dos mercados de carbono.
A BP anunciou que pretende vender parte de suas participações em projetos de captura e armazenamento de carbono no Reino Unido.
Um novo acordo de US$ 30 milhões em créditos de carbono envolvendo a Amazon e agricultores de arroz da Índia está chamando atenção no mercado global de sustentabilidade.
O programa CORSIA, criado para compensar as emissões de carbono da aviação internacional, enfrenta um grande desafio: a falta de oferta suficiente de créditos de carbono.