Brasil é uma potência do Mercado de Créditos de Carbono
O Brasil está emergindo como a “Arábia Saudita do mercado de créditos de carbono”, conforme Fernando Scheller da Future Carbon.
O Brasil está emergindo como a “Arábia Saudita do mercado de créditos de carbono”, conforme Fernando Scheller da Future Carbon.
Até 28 de julho, a Amazônia registrou 22.634 focos de queimadas, o maior número desde 2005, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Recentemente, o mercado de carbono da China, que já se posiciona como um dos maiores do mundo, continua a crescer de forma acelerada.
Recentemente, a fruticultura no Vale do São Francisco, particularmente a produção de manga, está se preparando para se inserir no mercado de créditos de carbono.
O seminário de abertura e consulta, “Restauração de Áreas Alagáveis e outros Importantes Ecossistemas Amazônicos”, realizado em 12 de agosto, marcou o início do esforço para a restauração ecológica e mitigação das mudanças climáticas na Amazônia.
Um novo relatório aponta que as compensações de carbono têm sido “amplamente ineficazes”, o que pode fazer com que muitas empresas reconsiderem ou abandonem seus compromissos com a meta de emissão líquida zero.
A Iniciativa de Padrões de Remoção de Carbono (CSRI), com apoio de Bill Gates, está trabalhando para padronizar a remoção de dióxido de carbono (CDR) e garantir a eficácia do financiamento de carbono.
A Namíbia tem um potencial significativo para se tornar um líder no comércio de créditos de carbono devido à sua excepcional irradiação solar.
No dia 12 de agosto, um marco significativo ocorreu na Bolsa Egípcia com a negociação dos primeiros créditos de carbono do Egito no novo mercado voluntário.
Um estudo recente revela como o aumento da temperatura na Amazônia está afetando negativamente a capacidade das comunidades microbianas de consumir metano, um potente gás de efeito estufa.