Mercado de carbono afetará os biocombustíveis
Nos próximos cinco anos, cerca de 40% da demanda de combustível para transporte rodoviário será coberta por políticas que incentivam a redução de carbono ao longo do ciclo de vida, como biocombustíveis.
Nos próximos cinco anos, cerca de 40% da demanda de combustível para transporte rodoviário será coberta por políticas que incentivam a redução de carbono ao longo do ciclo de vida, como biocombustíveis.
Hoje, o mercado global de carbono movimenta mais de R$10 bilhões, incluindo empresas e indivíduos.
Recentemente, a Fundação Nacional do Índio (Funai) recomendou recentemente a anulação dos contratos de carbono firmados por Michael Greene com comunidades indígenas no Brasil.
No dia 31 de julho, a Singapura anunciou o lançamento da Singapore Carbon Market Alliance (SCMA), durante o Bloomberg Sustainable Business Summit.
Um estudo recente destaca que, embora 93% dos pecuaristas e produtores de culturas estejam cientes dos mercados de carbono, apenas 3% estão atualmente participando.
Recentemente, a Orizon VR anunciou a conclusão do registro do projeto de créditos de carbono do Ecoparque Jaboatão dos Guararapes junto ao Gold Standard.
Recentemente, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) alertou comunidades indígenas sobre os riscos envolvidos na comercialização de créditos de carbono em terras indígenas.
Um recente relatório do Conselho de Integridade para o Mercado Voluntário de Carbono (ICVCM), relatou que cerca de um terço dos créditos de carbono existentes falharam em atender aos critérios de um novo padrão global para o mercado voluntário de carbono.
O Governo do Laos firmou um Memorando de Entendimento (MoU) com a Carbon Credit Laos (CCL) e a Carbon Registry Thailand (CRT) para utilizar tecnologia de satélite na contabilização de créditos de carbono.
Recentemente, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, fez um alerta aos compradores internacionais de créditos de carbono após a descoberta de esquemas fraudulentos pela Polícia Federal.