Créditos de Carbono Podem Mudar o Destino da Amazônia
Hoje, as mudanças climáticas estão avançando em um ritmo alarmante e os créditos de carbono podem ajudar reverter essa problemática.
Hoje, as mudanças climáticas estão avançando em um ritmo alarmante e os créditos de carbono podem ajudar reverter essa problemática.
Recentemente, o Brasil está se destacando no cenário global com o mercado de créditos de carbono, uma ferramenta importante no combate às mudanças climáticas.
Recentemente, a Federação Nacional de Associações dos Servidores do Banco Central (Fenasbac), em parceria com o Sicredi, abriu inscrições para o Next Impact, potencializando a economia de baixo carbono.
A MSCI, renomada provedora de dados e pesquisa de investimentos, anunciou o lançamento das MSCI Carbon Project Ratings, uma iniciativa que visa auxiliar participantes no mercado de créditos de carbono.
No dia 18 de setembro, a Meta, empresa controladora do Facebook, anunciou a compra de até 3,9 milhões de créditos de carbono do BTG Pactual Timberland Investment Group (TIG) até 2038.
Recentemente, empresas de mineração de Bitcoin estão buscando alternativas para reduzir suas emissões de carbono, por meio de créditos de carbono.
Recentemente, as empresas da Fortune 500 estão acelerando suas reduções de emissões com o uso de créditos de carbono, segundo o relatório anual da Climate Impact Partners.
Recentemente, a GenZero, uma empresa de investimentos de baixo carbono apoiada pelo estado de Singapura, anunciou uma nova colaboração com Ruanda para desenvolver projetos de geração de créditos de carbono.
Recentemente, a Amazon Environmental Research Institute (IPAM) lançou a plataforma Sabiá, uma iniciativa inovadora para consolidar sua posição de liderança no mercado de carbono.
No dia 19 de setembro, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2148/15, de autoria de Jaime Martins, que regulamenta o mercado de carbono no Brasil.