Sociobioeconomia é o caminho para a Amazônia
A proposta de sociobioeconomia (SBE) visa transformar a economia da Amazônia para proteger seus ecossistemas e melhorar a qualidade de vida das comunidades locais.
A proposta de sociobioeconomia (SBE) visa transformar a economia da Amazônia para proteger seus ecossistemas e melhorar a qualidade de vida das comunidades locais.
Uma recente pesquisa realizada pela Universidade Federal do Pará (Ufpa) expõe contradições marcantes nas atitudes dos brasileiros sobre suas preocupações ambientais e terras indígenas.
Recentemente, a Índia, o país mais populoso do mundo, está dando um passo significativo no combate às mudanças climáticas com seu mercado de carbono.
Em 2024, as empresas do Reino Unido estão aumentando seus investimentos em créditos de carbono, com um gasto médio de £ 20 milhões (aproximadamente US$ 25,7 milhões) por empresa, conforme revela uma pesquisa da Gallagher.
Em agosto, a Desenvolve SP, agência de fomento vinculada à Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, está promovendo um novo impulso para a descarbonização industrial através da ampliação do acesso a crédito.
O programa Inova Amazônia 2024, realizado pelo Sebrae e pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), selecionou 20 negócios sustentáveis de Tocantins, vinculados à bioeconomia.
Recentemente, o Banco Mundial está dando um grande passo para transformar o mercado de créditos de carbono na Amazônia.
O Brasil, apesar de seu vasto potencial natural e de sua matriz energética majoritariamente renovável, enfrenta desafios significativos para se consolidar como uma potência global na indústria verde.
Recentemente, o Comando Militar da Amazônia reforçou seu compromisso com a preservação ambiental da Amazônia por meio da intensificação das ações da Operação Ágata Amazônia 2024.
O Banco Mundial lançou recentemente um título inédito de US$ 225 milhões, destinado a financiar projetos de reflorestamento na Amazônia.