Créditos de carbono e energia limpa fortalecem o mercado brasileiro
O mercado brasileiro de créditos de carbono vive um momento de expansão, impulsionado pelo novo marco regulatório e por investimentos crescentes em transição energética.
O mercado brasileiro de créditos de carbono vive um momento de expansão, impulsionado pelo novo marco regulatório e por investimentos crescentes em transição energética.
O etanol do Brasil pode se tornar ainda mais sustentável com o uso de tecnologias de emissão negativa.
Na medida que o mundo se prepara para a COP30 em Belém, cresce a expectativa sobre avanços no mercado de carbono regulado pela ONU.
O Mirova Research Center e a Sweep lançaram um novo Quadro de Contribuição Climática, uma metodologia que promete transformar a forma como as empresas medem seu impacto climático.
O Peru aparece entre os países menos poluentes da América do Sul, mas essa baixa pegada de carbono esconde desigualdades profundas entre ricos e pobres.
O vereador Lucas Kitão propôs a inclusão de um Programa Municipal de Créditos de Carbono no projeto que cria o ISS Neutro em Goiânia.
A Coalizão Aberta de Mercados Regulados de Carbono recebeu o endosso de 18 países durante a COP30, realizada em Belém.
O Inmetro deu um passo importante ao reconhecer oficialmente a ABNT como entidade apta a validar projetos de compensação de carbono no país.
Os créditos de carbono gerados a partir do lixo urbano do Rio de Janeiro serão usados para neutralizar as emissões de carbono da COP30.
O Selo Carne Baixo Carbono foi oficialmente lançado durante a COP 30, reforçando o compromisso do agronegócio brasileiro com práticas mais sustentáveis.