Mercado de crédito de carbono coloca o Brasil no centro da agenda
O mercado de crédito de carbono tem ganhado cada vez mais destaque como uma ferramenta para combater as mudanças climáticas e financiar projetos sustentáveis.
O mercado de crédito de carbono tem ganhado cada vez mais destaque como uma ferramenta para combater as mudanças climáticas e financiar projetos sustentáveis.
O Supremo Tribunal Federal decidiu pela inconstitucionalidade da regra que obrigava seguradoras, entidades de previdência complementar, sociedades de capitalização e resseguradoras a destinarem parte de suas reservas técnicas para a compra de créditos de carbono.
O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e a Escola Nacional de Administração Pública lançaram o curso online “Mercados de Carbono do Artigo 6 do Acordo de Paris”.
O mercado de créditos de carbono tem atraído cada vez mais a atenção do setor de seguros, que passa a oferecer soluções para reduzir riscos e aumentar a segurança dos investimentos em projetos ambientais.
A tokenização de créditos de carbono vem ganhando destaque como uma solução inovadora para tornar o mercado climático mais transparente, acessível e eficiente.
Uma nova iniciativa do Sistema OCB pretende apoiar cooperativas brasileiras na geração de créditos de carbono.
O agronegócio brasileiro pretende destacar temas como biocombustíveis, recuperação de áreas degradadas e créditos de carbono durante a COP30.
Os mercados de créditos de carbono se consolidaram nas últimas três décadas como uma das principais formas de financiar projetos de combate as mudanças climáticas.
Um relatório publicado pela Brookings Institution analisou o crescimento dos mercados de créditos de carbono e os principais desafios enfrentados pelo setor nas últimas décadas.
A Microsoft reafirmou seu compromisso com a remoção de carbono, mesmo diante das incertezas que vêm afetando o mercado voluntário de créditos ambientais.