A busca por embalagens sustentáveis tem acelerado mudanças no setor de alimentos, que passa a adotar soluções capazes de reduzir significativamente o uso de plástico e isopor.

Plástico no Mercado de carbono

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Entre as alternativas que ganham destaque está o papel com polietileno extrusado, uma tecnologia que combina a renovabilidade do papel com barreiras funcionais.

Atendendo as novas exigências de consumo consciente e eficiência ambiental.

Esse tipo de embalagem utiliza camadas mais finas de polímeros, o que permite uma redução de até 80% no uso de plástico em comparação às embalagens convencionais.

O resultado é uma solução com menor pegada de carbono, menor dependência de fontes fósseis e maior compatibilidade com os sistemas de reciclagem já existentes no Brasil.

Segundo o Grupo Technocoat, empresa especializada na conversão de papel com barreiras termoplásticas, o papel extrusado apresenta vantagens ambientais claras em relação ao isopor, material de baixa reciclabilidade e difícil descarte.

Além disso, o papel é uma matéria-prima renovável e reciclável o que reforça seu alinhamento com estratégias de ESG e economia circular adotadas por empresas do setor alimentício.

No uso prático, essas embalagens sustentáveis para alimentos atendem a requisitos técnicos importantes, como resistência térmica, proteção contra umidade, gordura e oxigênio, garantindo a segurança e a integridade dos produtos.

A tecnologia já permite aplicações em pratos quentes, alimentos congelados e refeições prontas que podem ser aquecidas em micro-ondas, sem comprometer a experiência do consumidor.

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Projeto Mejuruá

Amazônia, Brasil

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.

O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.

Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.