O Nepal assinou um acordo histórico de créditos de carbono com a LEAF Coalition e se tornou o primeiro país da Ásia a acelerar o financiamento florestal nesse modelo.
A parceria pode gerar até US$ 55 milhões para o país, destinados à conservação das florestas e à redução das emissões de gases de efeito estufa.

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Pelo acordo, o Nepal vai gerar créditos de carbono ao evitar o desmatamento e melhorar a gestão florestal. Cada crédito representa uma tonelada de carbono que deixou de ser emitida.
Esses créditos serão vendidos para empresas privadas que buscam compensar suas emissões de carbono.
A LEAF Coalition reúne governos como Noruega, Reino Unido, Estados Unidos e Coreia do Sul, além de grandes empresas globais como Amazon, Apple, Google e Meta.
A participação desses atores dá mais segurança ao mercado e fortalece a confiança nos créditos de carbono gerados pelo Nepal.
Além da receita financeira, o acordo traz benefícios ambientais e sociais.
A proteção das florestas ajuda a preservar a biodiversidade, combater o desmatamento ilegal e melhorar a qualidade ambiental.
Comunidades locais envolvidas na gestão florestal também devem ter aumento de renda.
Segundo o governo, o Nepal pode gerar cerca de 8 milhões de créditos de carbono, criando uma nova fonte de recursos sustentáveis.
O modelo segue exemplos bem-sucedidos, como o da Costa Rica, mostrando que os créditos de carbono podem impulsionar tanto a conservação ambiental quanto o desenvolvimento econômico.
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Projeto Mejuruá

O projeto Mejuruá é uma iniciativa importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.
Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.
Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.
