A Meta, gigante da tecnologia dona do Facebook e WhatsApp avançou em sua meta de zero emissões líquidas até 2030 com a compra de 676.000 créditos de carbono.
O contrato foi firmado com a EFM e engloba a gestão de 68.000 acres de floresta na Península Olímpica, no estado de Washington, sendo o segundo grande investimento da Meta em créditos florestais. Com ele, a empresa destaca seu comprometimento em compensar suas emissões e promover iniciativas sustentáveis em escala global.

A estratégia substituirá práticas de manejo comercial de madeira por metodologias mais verdes, visto que a área apresenta degradação ambiental histórica de cerca de 35 anos.
A mudança para projetos que preservam espécies nativas e garantem equilíbrio ecológico deve resultar em um aumento na capacidade de absorção de CO2 da área.
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Com isso em mente, além de auxiliar a Meta a atingir suas metas de carbono, o plano trará benefícios para o ecossistema e para as comunidades nativas que dependem da saúde da floresta.
Assim, a compra destaca uma tendência crescente de empresas como a Meta, que focam em soluções inovadoras para suas metas de sustentabilidade.
Ao firmar um acordo com uma empresa de investimento florestal como a EFM, a Meta não só fortalece sua estratégia de carbono, mas também ajuda a gerar um mercado mais transparente para o crédito de carbono, atraindo mais financiamento para iniciativas de gestão florestal verde.
Em suma, a iniciativa da Meta não apenas compensa suas emissões, mas também colabora para a criação de um mercado de carbono mais transparente e eficaz.
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Relação com o Projeto Mejuruá
Iniciativas como o Projeto Mejuruá da BR ARBO apontam o potencial da conservação florestal amazônica para atingirem as metas sustentáveis, sendo considerado um projeto de viés ambiental.
Projetos como o Mejuruá contribuem para o mercado de carbono global ao preservar ecossistemas, beneficiando tanto o meio ambiente quanto a economia local, alinhando-se com a perspectiva de transição para uma economia mais sustentável.
Ana Carolina Turessi