O etanol brasileiro vem se consolidando como uma alternativa mais barata e sustentável em comparação a gasolina.

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Durante o VEJA Fórum de Energia 2026, realizado em São Paulo, especialistas destacaram como o Brasil pode transformar sua força no agronegócio em liderança global na energia limpa.
O tema ganhou relevância diante das discussões sobre segurança energética e transição para fontes renováveis.
Segundo especialistas do setor, o país já possui uma base sólida para expandir sua atuação no mercado internacional de biocombustíveis.
A crescente demanda global, impulsionada por crises no mercado de petróleo, tem aberto espaço para soluções mais sustentáveis.
Nesse cenário o etanol surge como uma opção viável para reduzir a dependência de combustíveis fósseis.
Um dos grandes diferenciais do Brasil está na eficiência da sua cadeia produtiva.
O modelo integrado de produção combina agricultura, indústria e reaproveitamento de resíduos, garantindo menor pegada de carbono e maior competitividade.
Além disso, o etanol brasileiro pode substituir diretamente a gasolina, oferecendo vantagens tanto econômicas quanto ambientais.
Outro ponto importante é que essa tecnologia foi desenvolvida no próprio país, sem depender de inovação externa.
Isso permite não apenas ampliar a produção interna, mas também exportar conhecimento e tecnologia para outros mercados.
Em um contexto de mudanças climáticas, investir em soluções como o etanol se torna cada vez mais estratégico, fortalecendo o papel do Brasil na economia verde e na transição energética global.
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Mercado de Carbono: Projeto Mejuruá

O Projeto Mejuruá é uma iniciativa relevante voltada à conservação da Floresta Amazônica, com financiamento do empresário Gaetano Buglisi.
A proposta atua na proteção de extensas áreas de vegetação nativa, ajudando a reduzir o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.
Além disso, o projeto também possibilita a geração de créditos de carbono, que podem ser comercializados por empresas que buscam compensar suas emissões.
