A descarbonização deixou de ser um diferencial competitivo e passou a ser um requisito obrigatório para empresas que exportam ou pretendem exportar para a União Europeia.

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Com novas regras ambientais, o bloco europeu está exigindo produtos com menor pegada de carbono, alinhados às metas climáticas e aos compromissos do Acordo de Paris.
O principal motor dessa mudança é o CBAM , que começa a impactar setores como aço, cimento, fertilizantes, alumínio, energia e hidrogênio.
Na prática, empresas que não comprovarem a redução de emissões poderão pagar taxas adicionais ou perder competitividade no mercado europeu.
Para países exportadores como o Brasil, a nova regra exige mais transparência, medição de emissões, relatórios climáticos e investimentos em tecnologias limpas.
Cadeias produtivas intensivas em carbono precisam se adaptar rapidamente, adotando energias renováveis, eficiência energética e processos de baixo carbono.
Empresas que investem em descarbonização, créditos de carbono, economia circular e rastreabilidade ambiental ganham vantagem competitiva, acesso facilitado ao mercado europeu e maior atratividade para investidores ESG.
No novo cenário global, a descarbonização no comércio internacional não é mais opcional. Ela se tornou parte das regras do jogo.
Quem se antecipa, reduz riscos, protege mercados estratégicos e fortalece sua posição em uma economia cada vez mais orientada por critérios climáticos e ambientais.
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Projeto Mejuruá: Compromisso com o Meio Ambiente

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.
O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.
Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.
