A União Europeia estuda a criação de um mecanismo de créditos para aço de baixo carbono dentro das metas de emissões de carbono para veículos.

UE investe em créditos de carbono

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A proposta busca estimular a demanda por aço verde produzido na Europa, utilizando o poder de compra da indústria automotiva para acelerar a descarbonização do setor siderúrgico.

A iniciativa pretende fortalecer a produção de aço livre de combustíveis fósseis, considerado essencial para reduzir as emissões da cadeia produtiva dos automóveis.

Segundo especialistas, o mecanismo pode ajudar a viabilizar investimentos em novas tecnologias e ampliar a escala comercial de projetos de siderurgia sustentável.

Entre as recomendações apresentadas está a definição de critérios rigorosos para classificar o que será considerado aço de baixo carbono, oferecendo maior segurança regulatória para montadoras e investidores.

A proposta também prevê que, a partir de 2035, apenas o aço primário livre de combustíveis fósseis possa receber os benefícios.

O modelo sugere ainda uma fase de transição a partir de 2030, recompensando empresas pioneiras na adoção de materiais mais sustentáveis.

Entretanto, os créditos teriam limites para garantir que continuem incentivando reduções reais de emissões e não substituam outras medidas climáticas necessárias.

Caso seja implementado, o sistema poderá criar um importante mercado para o aço verde europeu, fortalecendo a competitividade industrial da região e contribuindo para a redução da pegada de carbono dos veículos produzidos no continente.

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Projeto Mejuruá

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.

O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.

Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.