O uso do silicato de cálcio e magnésio como corretivo de solo passou a ser reconhecido no RenovaBio, abrindo novas oportunidades para produtores aumentarem a geração de créditos de carbono.

A medida fortalece práticas mais sustentáveis no campo e já beneficia produtores de cana-de-açúcar, com expectativa de expansão para culturas como milho e soja.
A atualização da RenovaCalc, ferramenta que mede a intensidade de carbono, agora permite incluir o uso desse corretivo sustentável.
Com isso, produtores podem declarar a utilização do insumo e ampliar a emissão de CBIOs, que são negociados no mercado financeiro.
Um dos principais diferenciais do produto está na sua menor pegada de carbono.
Em comparação com corretivos tradicionais, como o calcário, o silicato apresenta emissões significativamente menores ao longo do ciclo de produção e transporte.
Além disso, durante o uso no solo, o material não libera carbono, ao contrário de alternativas convencionais.
Isso contribui diretamente para a redução das emissões no agronegócio e melhora o desempenho ambiental das lavouras.
Com essa inovação o agronegócio sustentável ganha força, incentivando práticas mais eficientes e alinhadas à agenda de descarbonização no Brasil.
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Mercado de Carbono: Projeto Mejuruá

O projeto Mejuruá é uma iniciativa importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil, financiada pelo empresário Gaetano Buglisi.
Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.
Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.
