A Platts anunciou que vai alterar a metodologia, o escopo e o nome de sua avaliação de créditos de carbono ligados a poluentes industriais.
As mudanças entram em vigor em 23 de março de 2026 e buscam refletir com mais precisão o valor dos créditos do mercado voluntário.

Saiba mais: Projetos do BIS Focam em IA e Finanças Verdes
Com a atualização essa avaliação passara a considerar apenas créditos gerados por projetos de recuperação de carbono.
A decisão acompanha a liquidez atual do mercado, que hoje está concentrada principalmente nesse tipo de projeto ambiental.
Essas iniciativas recuperam refrigerantes HFC de alto potencial de aquecimento global e os reprocessam para reutilização.
Dessa forma, evitam emissões que ocorreriam caso esses gases fossem liberados na atmosfera ou substituídos por novos produtos fabricados.
Os projetos elegíveis envolvem a coleta, purificação e reinserção desses refrigerantes na cadeia de suprimentos, seguindo padrões reconhecidos internacionalmente.
Entre eles está a metodologia do American Carbon Registry, que certifica créditos relacionados à recuperação de refrigerantes, propelentes e supressores de incêndio.
Segundo a Platts, as mudanças devem trazer mais clareza, transparência e precisão para o mercado. Até agora, a avaliação incluía créditos de diferentes tipos de projetos, como captura e armazenamento de carbono.
Saiba mais: Mercado de Créditos de Carbono da Tailândia
Projeto Mejuruá: O compromisso com o Meio Ambiente

O projeto Mejuruá é uma iniciativa importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.
Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.
Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.
