A agricultura regenerativa está se expandindo rapidamente em várias regiões do mundo, incluindo América do Norte, Europa, África, Ásia e América Latina.

Pegada de Carbono na Agricultura Regenerativa

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Práticas como plantio de cobertura, menor revolvimento do solo, rotação de culturas e melhor uso de nutrientes vem sendo adotadas para enfrentar a degradação do solo.

E enfrentar a instabilidade da produtividade e o aumento dos custos agrícolas.

Apesar dessa ampla adoção, o crescimento da emissão de créditos de carbono agrícola não acompanha o mesmo ritmo.

Dados do iGrow Database mostram que, embora as práticas regenerativas estejam presentes em todas as regiões, os mercados de carbono continuam concentrados principalmente na América do Norte e na Europa.

Isso acontece porque a agricultura regenerativa responde a desafios práticos do campo, enquanto os créditos de carbono dependem de um sistema financeiro estruturado.

Para gerar créditos é necessário medir, reportar e verificar reduções ou remoções de emissões, algo que exige padronização, contratos de longo prazo e infraestrutura técnica.

Os sistemas de MRV têm custos elevados e demandam organização administrativa.

Em países onde predominam pequenos produtores, há insegurança fundiária ou pouca digitalização, transformar práticas agrícolas em créditos de carbono se torna mais difícil e menos atrativo financeiramente.

Sem sistemas robustos e engajamento de longo prazo com os produtores, o mercado de créditos agrícolas tende a crescer mais lentamente do que a adoção das práticas regenerativas.

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Projeto Mejuruá: Compromisso com o Meio Ambiente

Amazônia, Brasil

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.

O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.

Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.