O acordo da Google com a startup Ebb para remover toneladas de carbono marca um avanço importante no mercado de remoção de carbono baseada nos oceanos.

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Embora o volume ainda seja pequeno, o sinal é forte grandes empresas começam a confiar nesse tipo de solução climática.
Esse é o primeiro contrato de compra de créditos de carbono da Ebb e mostra que tecnologias oceânicas estão ganhando espaço entre as estratégias corporativas de descarbonização.
Para o mercado, o acordo funciona como um teste de credibilidade e escalabilidade.
Pouco antes, a Ebb anunciou uma parceria com a Autoridade Saudita da Água maior operadora de dessalinização do mundo.
Ao integrar sua tecnologia a essas plantas, a empresa estima alcançar uma capacidade de até 85 milhões de toneladas de carbonon removidas por ano no futuro.
A principal vantagem do modelo é usar infraestruturas industriais já existentes, o que reduz custos e acelera a expansão das soluções climáticas. Isso mostra que a remoção de carbono pode crescer sem depender apenas de novos projetos complexos.
A tecnologia da Ebb atua no aumento da alcalinidade do oceano, acelerando um processo natural de captura de carbono que já acontece há milhares de anos.
Assim o carbono é convertido em uma forma estável e armazenado de maneira duradoura, reforçando o papel dos oceanos na luta contra as mudanças climáticas.
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Projeto Mejuruá

Iniciativas como o Projeto Mejuruá da BR ARBO apontam o potencial da conservação florestal amazônica para atingirem as metas sustentáveis, sendo considerado um projeto de viés ambiental.
Projetos como o Mejuruá contribuem para o mercado de carbono global ao preservar ecossistemas, beneficiando tanto o meio ambiente quanto a economia local.
