O comitê do Acordo de Paris fez um alerta sobre a falta de recursos para manter o sistema em funcionamento.

Comitê do Acordo de Paris pede recursos para evitar fracasso de mercado global de carbono

Em uma carta enviada no dia 4 de setembro, o grupo pediu apoio financeiro extra para evitar que o mecanismo perca força nos próximos anos.

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O pedido foi direcionado a todos os países signatários do Acordo de Paris, incluindo a União Europeia e os 195 governos que fazem parte do tratado climático.

O mercado de carbono foi aprovado na COP29, em Baku, e é considerado um dos principais instrumentos da ONU para transformar reduções reais de poluição em créditos de carbono certificados.

Esses créditos podem ser usados por países e empresas para compensar emissões ou negociados em diferentes mercados.

A ideia é garantir mais transparência e credibilidade ao comércio internacional de carbono, além de financiar projetos que reduzam gases de efeito estufa em escala global.

O orçamento mínimo previsto para o funcionamento do mecanismo é de US$ 20,8 milhões em 2026 e US$ 17,3 milhões em 2027 somando mais de US$ 38 milhões.

No entanto, o valor ainda não está assegurado, o que ameaça a implementação do sistema.

Especialistas alertam que, sem o apoio financeiro necessário, o mercado corre o risco de perder confiança internacional.

Para eles investir nesse mecanismo é fundamental para consolidar o Acordo de Paris e acelerar a transição para uma economia de baixo carbono.

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Projeto Mejuruá:

O Projeto Mejuruá é uma iniciativa voltada proteção da floresta amazônica por meio da geração de créditos de carbono por meio da conservação ambiental.

Esse projeto conta com investimentos privados e é financiado pelo empresário Gaetano Buglisi.

A proposta busca manter a vegetação nativa ajudando a combater o desmatamento e a preservar a biodiversidade local.