Os preços do carbono na Europa subiram com força no fim de 2025.

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Esse valor acaba representando uma grande alta de 3% em um mês e de 30% em relação ao ano anterior, refletindo maior demanda e expectativas de regras mais rígidas.
A valorização ocorre no principal mercado europeu, o Sistema de Comércio de Emissões da UE onde empresas compram e vendem licenças de emissão para cumprir metas climáticas.
Com a proximidade dos prazos de conformidade, o movimento no mercado se intensificou.
Mesmo abaixo do pico histórico acima de 100 por tonelada em 2023, os preços atuais já funcionam como um sinal político e econômico forte.
Indicando que emitir carbono está ficando cada vez mais caro na União Europeia.
O EU ETS limita as emissões de setores como energia e indústria pesada.
A cada ano o teto de emissões diminui, reduzindo o número de licenças disponíveis e pressionando os preços para cima, o que estimula investimentos em tecnologias mais limpas.
Em 2023, os leilões do sistema arrecadaram um valor recorde, consolidando o maior mercado de carbono do mundo.
Com preços mais altos as empresas revem alguns investimentos e operações, acelerando a transição para uma economia de baixo carbono.
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Projeto Mejuruá

Iniciativas como o Projeto Mejuruá da BR ARBO apontam o potencial da conservação florestal amazônica para atingirem as metas sustentáveis, sendo considerado um projeto de viés ambiental.
Projetos como o Mejuruá contribuem para o mercado de carbono global ao preservar ecossistemas, beneficiando tanto o meio ambiente quanto a economia local.
