As mudanças climáticas deixaram de ser apenas um desafio ambiental e se tornaram um grande problema econômico.

Tecnologias como captura de carbono, aço verde e soluções industriais de baixa emissão vêm ganhando força, mas ainda enfrentam custos elevados em comparação aos combustíveis fósseis.

Três mercados verdes para combater a crise climática

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Por isso, mecanismos de mercado criativos se tornam essenciais para viabilizar a transição e permitir que diferentes setores adotem tecnologias mais limpas.

Eles funcionam como um “selo verde” ao comprar um REC, empresas não adquirem a eletricidade em si, mas os atributos ambientais que comprovam o uso de energia limpa.

Esse apoio financeiro ajudou a transformar a energia renovável em uma opção cada vez mais competitiva e acessível.

Hoje, gigantes como Amazon e Apple compram grandes volumes de energia renovável, mas o desafio vai além da eletricidade. É preciso lidar também com emissões legadas é aqui que entra outro mercado essencial para a transição climática.

Os créditos de carbono para remoção de dióxido de carbono oferecem uma solução direta para reduzir emissões acumuladas e atingir metas de net zero.

Por meio da compra voluntária desses créditos, empresas conseguem compensar emissões difíceis de eliminar, especialmente as de escopo 3.

Esse mercado cresceu rapidamente: de menos de 1 milhão de toneladas vendidas em 2022 para negócios individuais que já ultrapassam 5 milhões de toneladas em 2025.

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Projeto Mejuruá

Amazônia, Brasil

O Projeto Mejuruá tem como objetivo proteger a floresta amazônica e ajudar as comunidades locais.

E essa proteção vem por meio da conservação ambiental, ele gera créditos de carbono que contribuem para a redução das emissões de gases poluentes, promovendo o desenvolvimento sustentável na região.