Por Que Instituições Financeiras Devem Investir em Créditos de Carbono?
Os mercados de carbono representam uma nova fase dos créditos de carbono. Porque as instituições devem investir neste negócio?
Os mercados de carbono representam uma nova fase dos créditos de carbono. Porque as instituições devem investir neste negócio?
A Malásia anunciou que vai usar inteligência artificial como ferramenta central para acelerar a transição energética e impulsionar o crescimento verde do país.
O Mirova Research Center e a Sweep lançaram um novo Quadro de Contribuição Climática, uma metodologia que promete transformar a forma como as empresas medem seu impacto climático.
No mundo corporativo atual, a sustentabilidade passou de diferencial para exigência.
A Alt Carbon emitiu o maior lote asiático de créditos de Enhanced Weathering já verificados, marcando um passo decisivo para o mercado de remoção de carbono na região.
O Inmetro deu um passo importante ao reconhecer oficialmente a ABNT como entidade apta a validar projetos de compensação de carbono no país.
Os créditos de carbono gerados a partir do lixo urbano do Rio de Janeiro serão usados para neutralizar as emissões de carbono da COP30.
Goiás chega a COP30 com um destaque importante: o estado conseguiu reduzir 73% das queimadas, mostrando que é possível unir produção sustentável e proteção ambiental.
Os novos padrões globais de créditos de carbono foram lançados com a promessa de aumentar a transparência e a confiança no mercado climático.
Após a aprovação da lei que estabelece um mercado de carbono regulamentado no Brasil, os esforços devem agora se concentrar na implementação das regulamentações.