COP30 e o novo mercado de carbono da ONU: riscos e oportunidades
Na medida que o mundo se prepara para a COP30 em Belém, cresce a expectativa sobre avanços no mercado de carbono regulado pela ONU.
Na medida que o mundo se prepara para a COP30 em Belém, cresce a expectativa sobre avanços no mercado de carbono regulado pela ONU.
Os créditos de carbono são usados por empresas e países para compensar suas emissões financiando projetos ambientais, como reflorestamento ou energia limpa.
Os créditos de carbono e a transição energética estão abrindo um caminho de oportunidades econômicas no Brasil.
O Peru aparece entre os países menos poluentes da América do Sul, mas essa baixa pegada de carbono esconde desigualdades profundas entre ricos e pobres.
O vereador Lucas Kitão propôs a inclusão de um Programa Municipal de Créditos de Carbono no projeto que cria o ISS Neutro em Goiânia.
Os estados de Goiás e Mato Grosso, grandes referências do agronegócio brasileiro, estão avançando em negociações para vender créditos de carbono jurisdicionais a compradores internacionais.
No mundo corporativo atual, a sustentabilidade passou de diferencial para exigência.
A Associação Comercial e Empresarial da Beira Baixa realizará no dia 2 de dezembro o seu tradicional Jantar de Natal.
A Procuradoria-Geral do Estado de Goiás marcou presença na COP 30, contribuindo para o debate global sobre governança climática.
A Coalizão Aberta de Mercados Regulados de Carbono recebeu o endosso de 18 países durante a COP30, realizada em Belém.