Café de Baixa Pegada de Carbono impulsiona liderança do Brasil
O Brasil avança como referência global na produção de café com baixa pegada de carbono, graças a uma nova geração de produtores focados em sustentabilidade e redução de emissões.
O Brasil avança como referência global na produção de café com baixa pegada de carbono, graças a uma nova geração de produtores focados em sustentabilidade e redução de emissões.
Na COP30, o setor privado apresentou iniciativas que reforçam o avanço da sustentabilidade, da regeneração ambiental e dos créditos de carbono.
A ANAVRIN desenvolveu um suplemento alimentar inovador para o gado que reduz as emissões de metano, um dos gases de efeito estufa mais potentes.
Os créditos de carbono são usados por empresas e países para compensar suas emissões financiando projetos ambientais, como reflorestamento ou energia limpa.
Os créditos de carbono e a transição energética estão abrindo um caminho de oportunidades econômicas no Brasil.
O Tribunal de Justiça do Pará lançou uma cartilha sobre créditos de carbono voltada para orientar comunidades quilombolas sobre negociações ambientais realizadas em seus territórios.
O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.
O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.
Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.
A Procuradoria-Geral do Estado de Goiás marcou presença na COP 30, contribuindo para o debate global sobre governança climática.
A Alt Carbon emitiu o maior lote asiático de créditos de Enhanced Weathering já verificados, marcando um passo decisivo para o mercado de remoção de carbono na região.
O Inmetro deu um passo importante ao reconhecer oficialmente a ABNT como entidade apta a validar projetos de compensação de carbono no país.