A Carbon Industries Group assinou dois acordos de cooperação climática com o Governo do Senegal, reforçando a posição do país africano no mercado global de créditos de carbono.

A empresa, com sede em Hong Kong, aposta em projetos de grande escala em um setor que cresce rapidamente e atrai cada vez mais investidores e governos.
O primeiro acordo prevê a restauração de manguezais em cerca de 32 mil hectares em parceria com autoridades marítimas do Senegal.
A iniciativa faz parte dos projetos de carbono azul que unem preservação ambiental, geração de créditos de carbono e fortalecimento de ecossistemas costeiros.
De acordo com o Business Insider, o projeto pode gerar até US$ 550 milhões em receitas de créditos de carbono ao longo de 22 anos considerando preços conservadores.
Em um cenário de valorização do mercado de carbono, esse valor pode chegar a US$ 800 milhões, desde que os créditos sejam verificados, registrados e tenham demanda contínua.
O segundo memorando de entendimento prevê a instalação de 27 mil biodigestores domésticos ao longo de dez anos.
Esses sistemas produzem biogás a partir de resíduos orgânicos, contribuindo para a redução de emissões, o acesso à energia limpa e o fortalecimento do programa nacional de biogás do Senegal.
O Senegal já se destaca no financiamento climático internacional, com parcerias com Suíça, Singapura e Noruega, consolidando seu papel no mercado de carbono.
Projeto Mejuruá: Compromisso com o Meio Ambiente

O projeto Mejuruá é uma iniciativa importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.
Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.
Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.
