Na COP30, o setor privado apresentou iniciativas que reforçam o avanço da sustentabilidade, da regeneração ambiental e dos créditos de carbono.

COP30 em Belém

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As empresas mostraram que a agenda climática já faz parte das estratégias centrais de negócio e agora influencia até a remuneração de executivos, alinhando metas ambientais e financeiras.

A bioeconomia amazônica foi um dos principais destaques do evento.

Projetos que unem tecnologia, restauração florestal e geração de renda vêm atraindo novos investimentos e criando cadeias de valor sustentáveis, conectadas as metas do Acordo de Paris e ao desenvolvimento regional.

As soluções digitais ganharam força como ferramenta essencial para acelerar a transição verde.

Plataformas de rastreabilidade, monitoramento de emissões e gestão de créditos de carbono permitem medir impactos reais, aumentar transparência e evitar práticas de greenwashing.

Outro movimento importante foi a ampliação de estratégias de reciclagem e economia circular.

Empresas anunciaram parcerias para reduzir resíduos, recuperar áreas degradadas e integrar a regeneração ambiental aos processos produtivos, reforçando uma visão mais completa da sustentabilidade.

Com isso, a COP30 mostrou que o setor privado enxerga a transição climática como oportunidade de inovação, crescimento e competitividade global.

A adoção de soluções regenerativas e digitais indica que a economia verde está avançando rapidamente e deve se expandir ainda mais nos próximos anos.

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Projeto Mejuruá: Compromisso com o Meio Ambiente

Amazônia, Brasil

O Projeto Mejuruá tem como objetivo proteger a floresta amazônica e ajudar as comunidades locais.

E essa proteção vem por meio da conservação ambiental, ele gera créditos de carbono que contribuem para a redução das emissões de gases poluentes, promovendo o desenvolvimento sustentável na região.