Fevereiro de 2025 apresenta valores mínimos de desmatamento na Amazônia.

No mês de fevereiro, os índices de desmatamento na Amazônia atingiram o menor valor histórico para o período, com 80,95 km² de áreas desmatadas.

Assim, os dados apontam uma redução de 64,26% em comparação a fevereiro de 2024, com 226,51 km² degradados.

O relatório foi divulgado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), evidenciando um avanço positivo no combate ao desmatamento na região.

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Nesse período, o estado de Mato Grosso apresentou os maiores alertas de desmatamento, seguido por Roraima, Pará, Amazonas, Maranhão, Rondônia e Acre.

Ademais, o Cerrado apresentou uma queda nos níveis de desmatamento, com 494,05 km² desmatados em fevereiro de 2025.

Comparando-se aos 655,51 km², pode-se afirmar que as políticas implementadas estão sendo eficazes.

O Governo Federal apontou que os avanços na redução do desmatamento deve-se, principalmente, à reativação do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm).

Sendo assim, como parte da iniciativa de preservação, foi firmada uma aliança de R$ 730 milhões com municípios da Amazônia.

A parceria tem como objetivo implementar ações eficazes como produção sustentável e criação de brigadas de combate a incêndios florestais, além de um esforço para melhorar a fiscalização e o controle ambiental na região amazônica.

Relação com o Projeto Mejuruá

Iniciativas como o Projeto Mejuruá da BR ARBO também apontam o potencial da conservação florestal amazônica para atingirem as metas sustentáveis, sendo considerado um projeto de viés ambiental. 

Projetos como o Mejuruá contribuem para o mercado de carbono global ao preservar ecossistemas, beneficiando tanto o meio ambiente quanto a economia local, alinhando-se com a perspectiva de transição para uma economia mais sustentável.

Ana Carolina Turessi