Os ecossistemas de pradarias e campos estão entre os biomas mais extensos do planeta e desempenham um papel essencial na biodiversidade e no equilíbrio do carbono global.

Pradarias armazenam carbono no solo e ajudam a preservar a biodiversidade global.
Pradarias armazenam carbono no solo e ajudam a preservar a biodiversidade global.

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Essas paisagens, dominadas por gramíneas e com pouca presença de árvores, ajudam a regular o clima, sustentam diversas espécies e oferecem importantes serviços ecossistêmicos.

Esses biomas estão presentes em diferentes regiões do mundo, como as pradarias da América do Norte, as estepes da Eurásia e as savanas africanas.

Apesar de sua importância ambiental, esses ecossistemas enfrentam pressões crescentes, principalmente devido à expansão agrícola, às mudanças climáticas e a fragmentação de habitats naturais.

A estrutura ecológica das pradarias é marcada pela predominância de gramíneas e ervas, geralmente com cobertura arbórea inferior a 10%.

Esses ambientes se desenvolvem em regiões com níveis moderados de precipitação e apresentam três principais tipos: pradarias de gramíneas altas, mistas e baixas, cada uma com características próprias de vegetação e adaptação ao clima.

Outro ponto fundamental é a qualidade do solo. Os solos das pradarias estão entre os mais férteis do mundo, ricos em matéria orgânica acumulada ao longo de séculos pela decomposição das raízes das gramíneas.

Esses sistemas radiculares profundos armazenam grande quantidade de carbono no solo, tornando esses ecossistemas relevantes para estratégias de mitigação das mudanças climáticas.

Com o avanço da tecnologia, plataformas digitais também começam a ter papel importante no monitoramento ambiental e na criação de mercados de créditos de carbono associados a conservação dessas áreas.

Dessa forma proteger pradarias e campos não só preserva a biodiversidade, mas também pode gerar novas oportunidades econômicas ligadas a sustentabilidade.

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Projeto Mejuruá: O compromisso com o Meio Ambiente

projeto Mejuruá é uma iniciativa financiada pelo empresário Gaetano Buglisi, importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.

Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.

Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.