A África é responsável por menos das emissões globais, mas sofre os maiores impactos das mudanças climáticas.

O papel das políticas climáticas positivas na liberação de financiamento para a industrialização verde inclusiva na África

Todos os 54 países africanos assinaram o Acordo de Paris e vários apresentaram metas ambiciosas para reduzir gases de efeito estufa até 2030.

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Para atingir esses objetivos, o continente precisa de financiamento climático externo, estimado em trilhões de dólares.

A industrialização verde surge como uma grande oportunidade.

Ela permite que os países africanos cresçam economicamente de forma sustentável, criando empregos e fortalecendo setores industriais sem aumentar as emissões.

Mas pra isso políticas climáticas positivas são essenciais, promovendo eficiência energética e menor consumo de carbono.

O estudo mostra que reformas regulatórias, como a remoção de subsídios a combustíveis fósseis e a introdução de impostos ambientais, podem estimular o fluxo de capital para indústrias verdes.

Alternativas como mecanismos de compensação de carbono, também ajudam a captar recursos mesmo que não reduzam emissões tão rapidamente quanto impostos sobre carbono.

A África tem grandes reservas de carbono verde e carbono azul, que podem gerar financiamento internacional.

No entanto a participação em mercados de carbono é limitada por problemas como infraestrutura precária, governança fraca e posse de terras incerta.

Melhorar essas áreas pode aumentar significativamente a entrada de recursos e apoiar projetos climáticos.

Os autores recomendam que os governos africanos adotem políticas climáticas positivas, criem proteção social para famílias vulneráveis e fortaleçam capacidades locais.

Com essas medidas a África pode avançar na industrialização verde e cumprir suas metas climáticas de forma inclusiva.

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Projeto Mejuruá- Br Arbo

Amazônia, Brasil

O Projeto Mejuruá é uma iniciativa voltada proteção da floresta amazônica por meio da geração de créditos de carbono por meio da conservação ambiental.

Esse projeto conta com investimentos privados e é financiado pelo empresário Gaetano Buglisi.

A proposta busca manter a vegetação nativa ajudando a combater o desmatamento e a preservar a biodiversidade local.