O governo de Khyber Pakhtunkhwa no noroeste do Paquistão, anunciou que fez seu primeiro mapeamento de carbono florestal.

Os créditos de carbono funcionam como uma troca quem preserva ou recupera áreas que absorvem gases de efeito estufa pode vender esses créditos para empresas ou países que precisam compensar suas emissões.
A ideia do governo é usar o potencial das florestas de KP para participar do mercado internacional.
Para fazer o mapeamento, a província usou imagens de satélite e outras tecnologias para calcular quanto carbono as árvores conseguem absorver.
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O levantamento identificou dez projetos que juntos podem retirar mais de 400 milhões de toneladas de carbono da atmosfera.
O lançamento do relatório foi feito em uma cerimônia em Peshawar pelo Ministro-Chefe Ali Amin Gandapur.
Ele destacou que quase metade das florestas do Paquistão está em KP e que o governo pode arrecadar até US$ 100 milhões por ano com a venda de créditos.
Também prometeu ampliar a área verde da província.
O Paquistão sofre intensamente com as mudanças climáticas e as chuvas fortes e enchentes já mataram milhares de pessoas nos últimos anos e causaram bilhões em prejuízos.
Para o governo esses projetos como o mapeamento de carbono florestal ajudam a proteger o meio ambiente gerarando emprego e trazer dinheiro para a região.
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Projeto Mejuruá: Compromisso com o Meio Ambiente

O Projeto Mejuruá é uma iniciativa voltada para a proteção da floresta amazônica e a geração de créditos de carbono por meio da conservação ambiental.
A proposta busca manter a vegetação nativa em pé ajudando a combater o desmatamento e a preservar a biodiversidade local
