O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, por meio da Secretaria Nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros deu início a uma cooperação técnica.

Junto com o Banco do Brasil para apoiar projetos que gerem créditos de carbono.

MIDR inicia cooperação para fazer projetos com créditos

A iniciativa busca fortalecer práticas sustentáveis como conservação de florestas, reflorestamento, uso de biodigestores e agricultura de baixo carbono, conectando desenvolvimento regional à economia verde.

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O protocolo de intenções firmado entre MIDR e Banco do Brasil prevê troca de conhecimento, capacitação técnica e identificação de novas oportunidades de investimento.

O objetivo é articular políticas públicas que promovam inclusão social, desenvolvimento regional sustentável e geração de receita por meio do mercado de carbono.

Que cresce rapidamente no Brasil e no mundo.

Entre os tipos de créditos de carbono que poderão ser apoiados estão projetos de REDD+, voltados à conservação de florestas.

Essas ações podem gerar benefícios tanto ambientais quanto econômicos.

A parceria conta também com a participação da Agência Francesa de Desenvolvimento.

A atuação conjunta fortalece a estruturação do mercado de carbono brasileiro, que passa a ganhar mais governança e transparência.

Com a criação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões em 2024, o país deu um passo importante para regulamentar o mercado de carbono.

Cada crédito equivale a uma tonelada de carbono evitada ou removida da atmosfera.

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Para o MIDR investir nesse setor significa gerar renda, proteger o meio ambiente e contribuir para as metas globais de redução de emissões.

Meio Ambiente – Um Projeto da Br Arbo

Projeto Mejuruá, apoiado pelo empresário Gaetano Buglisi, promove a preservação da floresta amazônica com geração de créditos de carbono de alta integridade.

Localizado em uma área remota e rica em biodiversidade, o projeto combina conservação ambiental com impacto social, beneficiando comunidades locais.