Os mercados emergentes enfrentaram um ano difícil para a emissão de títulos sustentáveis.

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A instabilidade geopolítica e as incertezas comerciais reduziram o ritmo das emissões, dificultando o acesso ao financiamento climático em diversas regiões.
Segundo especialistas da S&P Global Ratings, as empresas desses países tiveram menos oportunidades de acessar o mercado de capitais.
Em cenários de maior incerteza, emissores e bancos costumam optar por títulos tradicionais, em vez de instrumentos rotulados como verdes ou sustentáveis, que exigem mais estrutura e transparência.
Mesmo com esse cenário, algumas regiões apresentaram desempenho diferente.
O Oriente Médio registrou crescimento nas emissões de títulos sustentáveis, com destaque para a Arábia Saudita, que ampliou sua presença no mercado com operações de grande porte e bom acesso ao financiamento internacional.
Nos últimos anos, os mercados emergentes representaram uma parcela relevante das emissões globais de dívida sustentável, mas essa participação diminuiu recentemente.
Ainda assim, analistas apontam que o início de 2026 mostra sinais positivos, com novas oportunidades ligadas a taxonomias verdes, projetos de natureza e estratégias de transição energética.
A expectativa é que o mercado continue evoluindo gradualmente, com mais inovação em finanças sustentáveis e maior interesse de investidores em projetos que combinem impacto ambiental e retorno financeiro.
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Projeto Mejuruá

O projeto Mejuruá é uma iniciativa financiada pelo empresário Gaetano Buglisi, importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.
Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.
Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.
