A Malásia anunciou que vai usar inteligência artificial como ferramenta central para acelerar a transição energética e impulsionar o crescimento verde do país.

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A estratégia faz parte do plano nacional para avançar rumo a uma economia de baixo carbono e mais digitalizada.
Segundo o vice-primeiro-ministro Fadillah Yusof, a IA será integrada aos sistemas de energia, ao planejamento de infraestrutura e as políticas de finanças climáticas.
Ajudando o país a tomar decisões mais eficientes, rápidas e baseadas em dados.
No setor energético, a tecnologia deve melhorar a gestão de redes elétricas, otimizar o uso de energias renováveis e reduzir perdas operacionais.
A análise inteligente de dados permitirá prever demanda, integrar fontes limpas e aumentar a segurança do sistema.
A aplicação da IA também será fundamental no planejamento urbano e de infraestrutura, apoiando projetos mais sustentáveis e resilientes às mudanças climáticas.
Com isso, o governo espera reduzir emissões, custos e impactos ambientais ao longo do ciclo de vida das obras.
Além disso a Malásia vê a inteligência artificial como um catalisador para atrair investimentos verdes.
E fortalecer o mercado de finanças sustentáveis e posicionar o país como referência regional em inovação climática, conciliando desenvolvimento econômico e responsabilidade ambiental.
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Projeto Mejuruá

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.
O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.
Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.
