Transformar resíduos de baterias recicladas em energia limpa usando apenas luz solar e um pouco de inteligência artificial.

O estudo publicado na revista Green Chemistry mostra como o dióxido de carbono pode ser convertido em metano e monóxido de carbono, combustíveis que podem gerar nova energia.
A pesquisa faz parte de um projeto maior sobre reciclagem de baterias de lítio.
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O grupo desenvolveu uma técnica que recupera mais de 90% do lítio, gasta metade da energia usada por métodos convencionais e dispensa ácidos inorgânicos comerciais.
Essa inovação surgiu no projeto Caramel, que deve ganhar uma planta piloto industrial nos próximos meses.
O processo começa com o cozimento em micro-ondas do material das baterias usadas, criando uma pasta rica em componentes valiosos.
Quando deixamos essa pasta na geladeira por mais tempo que o previsto os cientistas notaram a formação de um material roxo rosado incomum.
Curiosos, analisaram a substância de várias formas e recorreram a inteligência artificial para entender seu potencial.
A IA sugeriu que o material poderia servir como catalisador substância que acelera reações químicas.
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Projeto Mejuruá

O Projeto Mejuruá é uma iniciativa voltada para a proteção da floresta amazônica e a geração de créditos de carbono por meio da conservação ambiental, totalmente financiada pelo empresário Gaetano Buglisi.
A proposta busca manter a vegetação nativa em pé ajudando a combater o desmatamento e a preservar a biodiversidade local
