A Cúpula One Earth, sediada em Hong Kong em 28 de março de 2025, englobou mais de 300 líderes globais para discutir alternativas para o crescimento populacional e seus impactos ambientais.

O evento foi organizado pelo Instituto de Sustentabilidade e Tecnologia, com o apoio da One Earth Alliance e da iniciativa Giving to Amplify Earth Action do Fórum Econômico Mundial (WEF).

As sessões foram marcadas por discussões com base no tema “Promovendo mudanças sistêmicas rumo a um futuro sustentável por meio de investimentos de impacto e inovação tecnológica”.

Nelas, foram apontadas três áreas pontuais: desenvolvimento de edifícios e transportes verdes, transição energética com foco em energias renováveis e gestão sustentável de recursos como alimentos e água. Com isso, as conversas tinham como objetivo principal criar alternativas eficazes para enfrentar os desafios ambientais globais.

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O secretário financeiro de Hong Kong, Paul Chan Mo-po, posicionou a cidade como um polo de finanças sustentáveis, destacando sua liderança na emissão de títulos verdes.

Sendo assim, Hong Kong demonstra seu compromisso em atingir a neutralidade de carbono até 2050, focando em energia de baixo carbono, construção sustentável e transporte verde.

Ademais, a região anunciou a criação de um GreenTech Hub, um ambiente que reunirá 200 empresas de tecnologia para incentivar parcerias público-privadas e acelerar o desenvolvimento de tecnologias verdes, a fim de atrair investimentos privados e apoiar a inovação no setor sustentável.

Em suma, as discussões refletiram sobre a importância das finanças verdes e da inovação tecnológica na construção de um futuro sustentável para o planeta, posicionando a Ásia como líder na transição de zero emissões.

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Relação com o Projeto Mejuruá

Iniciativas como o Projeto Mejuruá da BR ARBO apontam o potencial da conservação florestal amazônica para atingirem as metas sustentáveis, sendo considerado um projeto de viés ambiental. 

Projetos como o Mejuruá contribuem para o mercado de carbono global ao preservar ecossistemas, beneficiando tanto o meio ambiente quanto a economia local, alinhando-se com a perspectiva de transição para uma economia mais sustentável.

Ana Carolina Turessi