A presidência da COP30, em Belém, junto ao Círculo do Balanço Ético Global e a Carta da Terra Internacional lançou um convite para que movimentos sociais.

Para que cientistas e cidadãos contribuam com a construção do Balanço Ético Global.
A proposta busca integrar ciência, espiritualidade e valores comunitários no enfrentamento da crise climática.
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O BEG alerta que a desinformação climática e a negação da ciência ainda favorecem elites econômicas que resistem a mudar seus modelos de exploração.
Para os organizadores, essa postura coloca em risco não apenas o clima, mas também a justiça social e a sobrevivência de milhões de pessoas vulneráveis.
Entre as críticas está o atual modelo de produção e consumo, que acelera a desigualdade e o desequilíbrio ambiental.
Limitar o aquecimento global a 1,5°C exige repensar padrões econômicos, priorizando sustentabilidade, energias renováveis e a valorização dos saberes tradicionais.
Como alternativa, o biorregionalismo é apontado como caminho para fortalecer comunidades, proteger florestas e rios e incentivar a agroecologia.
Essa abordagem propõe economias locais integradas à natureza, diminuindo impactos ambientais e promovendo maior equilíbrio entre campo e cidade.
Esse modelo coloca a vida no centro, com a economia, a política e a tecnologia a serviço do bem comum.
Na COP30, a expectativa é que essas propostas fortaleçam a busca por uma transição ecológica justa, inclusiva e sustentável.
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Projeto Mejuruá

O Projeto Mejuruá, apoiado pelo empresário Gaetano Buglisi, promove a preservação da floresta amazônica com geração de créditos de carbono de alta integridade.
Localizado em uma área remota e rica em biodiversidade, o projeto combina conservação ambiental com impacto social, beneficiando comunidades locais.