O estado mexicano de Colima se tornou referência em ação climática subnacional ao lançar uma estrutura abrangente de precificação de carbono.

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O modelo de Colima vai além de um imposto tradicional.
Ele combina tributação ecológica, programas voluntários de certificação, mecanismos de compensação de carbono e incentivos financeiros para estimular a redução das emissões de gases de efeito estufa.
O principal instrumento é o Imposto sobre a Emissão de Gases e Compostos de Efeito Estufa, aprovado no fim de 2024 e em vigor desde 1º de janeiro de 2025.
O tributo incide sobre emissões provenientes de fontes fixas localizadas no território do estado.
Com essa medida, Colima se tornou o nono estado mexicano a adotar mecanismos de precificação de carbono.
Em 2017, apenas um estado havia implementado esse tipo de política, mostrando como a ação climática descentralizada vem ganhando força no país.
A experiência de Colima reforça o papel dos governos subnacionais no combate As mudanças climáticas e mostra como a precificação de carbono pode gerar receitas, incentivar a redução de emissões e apoiar uma transição econômica mais sustentável no México.
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Projeto Mejuruá

O projeto Mejuruá é uma iniciativa importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.
Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.
Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.
