A captura e armazenamento de carbono no setor elétrico enfrenta desafios que vão além da tecnologia.
Embora os sistemas de CCS pós-combustão estejam mais maduros, os principais obstáculos hoje envolvem integração operacional, modelos de financiamento e alocação de riscos.

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Esses fatores são decisivos para que os projetos avancem até a decisão final de investimento.
Nos Estados Unidos, o avanço do CCS ocorre em meio a incertezas políticas e ao foco na expansão da geração a partir de combustíveis fósseis.
A capacidade operacional global de captura de carbono é atualmente de cerca de 64 milhões de toneladas por ano.
Esse crescimento demonstra que o CCS está deixando a fase piloto e entrando em uma etapa mais estruturada de implementação, impulsionada por mudanças regulatórias e incentivos governamentais.
Dentro desse universo, 93 projetos estão classificados na categoria de geração de energia e calor, incluindo usinas termelétricas a carvão, gás natural, além de instalações de bioenergia, geotérmicas e de resíduos para energia.
No entanto, a maioria ainda se encontra em estágios iniciais ou avançados de desenvolvimento, sem operação comercial consolidada.
Apesar do avanço numérico, os desafios permanecem significativos.
A viabilidade econômica depende de estruturas regulatórias claras, contratos de longo prazo, infraestrutura para transporte e armazenamento de carbono e mecanismos eficazes de mitigação de riscos.
Assim mais do que uma questão tecnológico o sucesso do CCS no setor elétrico está diretamente ligado a condições financeiras, regulatórias e institucionais sólidas.
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Projeto Mejuruá: Compromisso com o Meio Ambiente

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.
O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.
Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.
