A captura e armazenamento de carbono ainda tem um papel muito pequeno na redução das emissões do carvão, segundo nova análise da Agência Internacional de Energia .

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Apesar do aumento da demanda por soluções climáticas, a tecnologia avança lentamente nesse setor.
Hoje, os sistemas de captura de carbono em usinas a carvão conseguem reter cerca de 10 milhões de toneladas de carbono por ano em todo o mundo.
Esse volume representa apenas 0,06% das emissões totais ligadas ao uso do carvão, um impacto considerado muito baixo.
O dado mostra o tamanho do desafio da transição energética, especialmente porque o carvão continua sendo amplamente utilizado.
Mesmo com metas climáticas mais ambiciosas, o combustível fóssil ainda sustenta grande parte da geração de energia em vários países.
Segundo a AIE, as atividades relacionadas ao carvão emitiram cerca de 135 milhões de toneladas de CO₂ equivalente no último ano.
Além disso, a demanda global por carvão deve crescer 0,5% em 2025, alcançando um recorde de 8,85 bilhões de toneladas.
Para a AIE, acelerar fontes limpas e reduzir a dependência do carvão seguem sendo passos essenciais para enfrentar a crise climática.
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Projeto Mejuruá: Compromisso com o Meio Ambiente

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.
O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.
Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.
