O Brasil avança como referência global na produção de café com baixa pegada de carbono, graças a uma nova geração de produtores focados em sustentabilidade e redução de emissões.

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A adoção de práticas regenerativas e de fertilizantes de baixo carbono está transformando o campo, elevando o valor do produto e abrindo novas oportunidades no mercado internacional.
Os ganhos também aparecem na lavoura. A combinação entre fertilizantes de menor impacto e práticas regenerativas, como plantas de cobertura, composto orgânico e manejo adequado do solo, gerou aumento de 14% na produtividade.
Para a Yara Brasil, esses resultados mostram como a nutrição equilibrada acelera a transição para uma agricultura de baixo carbono.
A primeira safra produzida com esses fertilizantes, em parceria com a Cooxupé, foi apresentada como caso de sucesso do Brasil durante a COP30 e agora segue para exibição no Fórum Econômico Mundial, em Davos.
O destaque internacional reforça a posição do país como líder na agricultura regenerativa e na adoção de soluções climáticas inovadoras.
Com a pressão crescente do mercado global por cadeias de alimentos descarbonizadas, o café brasileiro se fortalece como exemplo de qualidade, rastreabilidade e responsabilidade ambiental.
O avanço dessa agenda consolida o país como protagonista na economia verde e amplia as oportunidades para produtores em todas as regiões cafeeiras.
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Projeto Mejuruá

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.
O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.
Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.
