Um novo estudo da Schneider Electric, em parceria com a consultoria Systemiq, mostra que o Brasil tem potencial para criar até 760 mil novos empregos em bioenergia até 2030.

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Isso representa um crescimento de 63% em relação ao nível atual e reforça o papel do país na transição para uma economia de baixo carbono.
Hoje, o Brasil já é um dos líderes globais do setor. Segundo a IRENA, o país concentra cerca de 26% da força de trabalho mundial em bioenergia, com mais de 1,1 milhão de pessoas atuando na produção agrícola, em usinas industriais e na logística.
Etanol, biodiesel, biometano e combustível sustentável de aviação (SAF) estão entre os principais destaques.
O estudo aponta que, mesmo com o avanço da eletrificação, o mundo seguirá precisando de combustíveis de baixo carbono para setores difíceis de descarbonizar, como aviação, transporte marítimo e indústrias pesadas.
Nesse cenário, a bioenergia deve ganhar espaço e quase triplicar sua participação na matriz energética global até 2050.
Com uma base agrícola forte e grandes áreas de terras degradadas que podem ser recuperadas, o Brasil tem vantagens competitivas claras.
Além de reduzir emissões, a expansão da bioenergia pode gerar renda no campo, estimular o desenvolvimento regional e fortalecer cadeias produtivas locais, da agricultura à indústria.
O principal desafio, segundo o estudo, é a qualificação profissional.
“A transição energética só será bem-sucedida se for justa e gerar oportunidades reais para as pessoas”, afirma Rafael Segrera, presidente da Schneider Electric.
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Projeto Mejuruá

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.
O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.
Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.
