A África do Sul deu um passo histórico no mercado voluntário de carbono ao emitir os primeiros créditos de carbono de pastagens do mundo com o selo Clima, Comunidade e Biodiversidade da Verra.

África do Sul e créditos de carbono

Saiba mais: Senegal fecha acordos de crédito de carbono

A iniciativa faz parte do projeto GRASS, voltado a restauração de pastagens degradadas, combinando ação climática, inclusão social e proteção ambiental.

A certificação segue a metodologia VM0042 da Verra que exige medições rigorosas de carbono no solo e salvaguardas para evitar vazamentos de emissões, elevando o padrão de integridade ambiental.

Um dos grandes diferenciais do projeto é o impacto social pois essas oportunidades ajudam a fortalecer comunidades rurais vulneráveis às mudanças climáticas.

Além dos créditos de carbono o projeto ampliou o acesso dos agricultores ao mercado.

Em parceria com organizações locais, os produtores receberam capacitação em agricultura regenerativa, manejo sustentável e passaram a acessar leilões móveis e abatedouros.

Com compromisso de 100 anos de permanência, o projeto GRASS deve escalar para até 1 milhão de hectares, com potencial de mitigar mais de 14 milhões de toneladas de carbono em 30 anos.

A iniciativa surge como um novo referencial de qualidade para créditos de carbono baseados na natureza, respondendo às críticas sobre transparência e impacto real no setor.

Saiba mais: Projeto Mejuruá na Amazônia é validado pelo CNMP

Projeto Mejuruá: Compromisso com o Meio ambiente

Amazônia, Brasil

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.

O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.

Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.