O sistema de créditos de carbono no setor automotivo europeu passa por mudanças após a saída de grandes montadoras do pool liderado pela Tesla.

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Um documento regulatório da União Europeia mostra que empresas como Stellantis, Toyota Motor Corporation e Subaru Corporation não participarão da aliança no próximo ciclo de conformidade.
Nos últimos anos, a Tesla se beneficiou significativamente da venda de créditos regulatórios de carbono, um mecanismo que permite que montadoras com emissões mais altas compensem suas metas ambientais comprando créditos de fabricantes com frotas mais limpas, especialmente produtores de veículos elétricos.
Na União Europeia, as montadoras podem formar os chamados “grupos de emissões”, nos quais várias empresas combinam suas frotas para calcular a média de emissões de carbono.
Esse sistema ajuda companhias com maior emissão a cumprir as metas climáticas estabelecidas pelos reguladores europeus.
A saída de algumas montadoras do pool liderado pela Tesla reflete uma transformação no setor automotivo.
Muitas empresas tradicionais estão acelerando investimentos em veículos elétricos e híbridos, reduzindo gradualmente a dependência da compra de créditos de carbono.
Esse movimento indica que o mercado de créditos de carbono automotivos pode passar por uma nova fase, à medida que mais fabricantes conseguem cumprir metas de emissões por meio de inovação tecnológica e eletrificação de suas frotas.
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Projeto Mejuruá: Compromisso com o Meio Ambiente

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.
O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.
Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.
