A busca global por reduzir emissões e cumprir as metas do Acordo de Paris tem impulsionado o crescimento dos mercados de carbono.
Nesse cenário, novas soluções financeiras começam a ganhar espaço, especialmente iniciativas ligadas as Finanças Regenerativas que utilizam tecnologias digitais para apoiar projetos ambientais.

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Uma das principais apostas é a tokenização de créditos de carbono.
Esse processo transforma ativos ambientais em representações digitais registradas em blockchain, permitindo que sejam negociados de forma mais rápida, transparente e descentralizada.
A tecnologia promete resolver problemas históricos do mercado de carbono tradicional, como falta de transparência, fragmentação e altos custos de intermediação.
Com registros permanentes e verificáveis, a blockchain pode acompanhar todo o ciclo de vida dos créditos.
Outro ponto destacado é o potencial de democratização do acesso a investimentos climáticos.
Por meio de contratos inteligentes, os tokens podem trazer novas funcionalidades, facilitar negociações globais e atrair mais capital para projetos sustentáveis.
Apesar das vantagens, especialistas alertam que o uso da blockchain também apresenta desafios.
O consumo de energia de algumas redes e questões regulatórias ainda geram debates sobre até que ponto essa tecnologia é realmente sustentável no contexto da economia de baixo carbono.
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Projeto Mejuruá

O projeto Mejuruá é uma iniciativa importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.
Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.
Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.
