Os créditos de carbono estão ganhando destaque em toda a África e transformando a política climática em uma oportunidade econômica relevante.

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O mecanismo que recompensa projetos capazes de reduzir ou remover emissões, começa a impulsionar comércio internacional, investimentos ambientais e desenvolvimento comunitário em vários países do continente.
Cada crédito de carbono representa a redução ou remoção de uma tonelada de dióxido de carbono ou de outro gás de efeito estufa equivalente.
Esses créditos podem ser gerados por iniciativas como preservação de florestas, reflorestamento, projetos de energia renovável e uso de fogões mais eficientes.
Depois de certificados eles passam a ser negociados em mercados globais.
Esse volume representa cerca de 14% do mercado voluntário global, no qual empresas compram créditos para cumprir metas ambientais, sociais e de governança ou compensar emissões que não conseguem reduzir diretamente.
Esse mercado voluntário funciona de forma diferente dos sistemas regulados.
Um exemplo é o Sistema de Comércio de Emissões da União Europeia, que exige que empresas mantenham permissões ou créditos para cumprir limites legais de emissão.
Hoje, a maior parte dos créditos africanos está no mercado voluntário, onde os preços costumam ser menores.
Ainda assim especialistas apontam que existe grande potencial de crescimento caso projetos do continente passem a participar mais dos mercados regulados no futuro.
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Projeto Mejuruá: O compromisso com o Meio Ambiente

O projeto Mejuruá é uma iniciativa importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.
Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.
Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.
