O Vietnã concluiu a base legal do mercado doméstico de carbono, marcando a transição do planejamento para a implementação prática da política climática do país.

Mercado de carbono no Vietnã

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O novo marco regula a negociação de créditos de carbono e quotas de emissão de gases de efeito estufa, reforçando a transparência e a eficiência do sistema antes do início da fase piloto.

Nesse modelo, empresas regulamentadas poderão negociar créditos de carbono e quotas de emissões por meio de contas específicas em corretoras licenciadas, separadas das operações financeiras tradicionais.

As negociações ocorrerão na Bolsa de Valores de Hanói, enquanto a custódia e liquidação ficarão a cargo da Corporação de Custódia e Depósito de Valores Mobiliários do Vietnã.

Cada transação será liquidada em tempo real, exigindo que os participantes tenham créditos ou quotas suficientes para vender e fundos disponíveis para comprar, reduzindo riscos operacionais.

Antes de entrar no mercado, todo crédito de carbono ou quota de emissão deverá ser registrado no sistema nacional, administrado pelo Ministério da Agricultura e do Meio Ambiente, recebendo um código de identificação único.

Esse registro garante rastreabilidade, evita dupla contagem e assegura a integridade ambiental das transações.

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Projeto Mejuruá

Amazônia, Brasil

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.

O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.

Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.