Uma startup de Santa Catarina desenvolveu uma técnica surpreendente de transplante de árvores inclusive uma figueira de 56 toneladas que agora podem ser parte de um projeto que gera créditos de carbono urbano.

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A iniciativa surgiu ao identificar que muitos municípios não tinham um planejamento de arborização, deixando árvores valiosas vulneráveis e sem estratégias de conservação.
Ao invés de cortar árvores de grande porte doentes ou ameaçadas, a empresa propõe o transplante para locais mais adequados, garantindo a sobrevivência das plantas.
Essa abordagem não só preserva o patrimônio verde das cidades, mas também permite que o estoque de carbono dessas árvores seja reconhecido e quantificado.
Com isso, essas árvores passam a gerar créditos de carbono que podem ser utilizados por empresas ou governos em seus programas de compensação de emissões.
Trata se de uma forma de unir conservação urbana e mercado climático, valorizando o papel das árvores como sumidouros naturais de carbono.
A startup argumenta que, sem um planejamento adequado de arborização urbana, muitas árvores acabam sendo perdidas por doença, obras ou falta de manutenção.
A técnica de transplante, embora complexa, oferece uma alternativa sustentável que pode ser aplicada em cidades de diferentes portes.
Essa iniciativa mostra que natureza e inovação podem caminhar juntas para enfrentar desafios ambientais e climáticos.
Ao transformar árvores preservadas em ativos de carbono, projetos como esse ampliam as possibilidades de financiamento e incentivo a sustentabilidade urbana.
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Projeto Mejuruá

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.
O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.
Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.
