O mercado brasileiro de créditos de carbono vive um momento de expansão, impulsionado pelo novo marco regulatório e por investimentos crescentes em transição energética.

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O avanço da regulamentação fortalece o papel do Brasil na economia verde.
Segundo especialistas, essa estrutura dará ao mercado a maturidade necessária para crescer nos próximos anos, atraindo capital privado e ampliando a geração de ativos ambientais.
Para Ana Laura Magalhães, referência em finanças sustentáveis, esse é um passo decisivo para tornar o país um polo de investimentos climáticos.
Um dos pontos mais promissores é o potencial econômico dos créditos ligados ao reflorestamento e às energias renováveis.
Em 2024, esse mercado movimentou entre US$ 1,4 bilhão e US$ 1,5 bilhão, de acordo com a Systemica.
Além disso, a expansão das fontes hidrelétrica, eólica e solar pode gerar até 370 milhões de toneladas em novos créditos de carbono, reforçando o protagonismo brasileiro na produção de energia limpa.
Os impactos sociais também são significativos. Um estudo da PwC Brasil estima que a economia verde pode criar cerca de 3 milhões de empregos até 2030.
Setores industriais ligados ao clima devem ganhar força, movimentando cadeias produtivas e reduzindo desigualdades regionais. Esse avanço fortalece o papel do país como protagonista no desenvolvimento sustentável.
Com mais investimento, inovação e regulamentação clara, o Brasil consolida seu caminho rumo a um mercado financeiro alinhado ao clima.
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Projeto Mejuruá

O projeto Mejuruá é uma iniciativa importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.
Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.
Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.
