Os novos padrões globais de créditos de carbono foram lançados com a promessa de aumentar a transparência e a confiança no mercado climático.

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A iniciativa busca garantir que cada crédito represente, de fato, uma tonelada real e verificável de carbono reduzida ou removida da atmosfera.
Nos últimos anos, o mercado de carbono foi alvo de críticas por falta de credibilidade e inconsistências na medição de resultados.
Projetos duvidosos e metodologias pouco claras afetaram a confiança de investidores e empresas, levantando dúvidas sobre a real contribuição desses créditos para o combate às mudanças climáticas.
Com as novas regras, organizações internacionais e certificadoras independentes pretendem padronizar critérios, exigir auditorias rigorosas e assegurar que os projetos gerem benefícios ambientais e sociais duradouros.
A meta é fortalecer o mercado voluntário de carbono e aproximá-lo de práticas reconhecidas pelos reguladores.
Especialistas acreditam que, se aplicadas corretamente, essas normas poderão restaurar a confiança e atrair novos fluxos de financiamento climático.
No entanto, alertam que o sucesso dependerá da adesão global e da cooperação entre governos, empresas e entidades verificadoras.
A consolidação desses padrões pode representar um passo decisivo para transformar os créditos de carbono em um instrumento mais eficaz na luta contra o aquecimento global, garantindo que o dinheiro investido gere impacto real na redução das emissões.
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Projeto Mejuruá

O Projeto Mejuruá tem como objetivo proteger a floresta amazônica e ajudar as comunidades locais.
E essa proteção vem por meio da conservação ambiental, ele gera créditos de carbono que contribuem para a redução das emissões de gases poluentes, promovendo o desenvolvimento sustentável na região.
